domingo, 19 de junho de 2011

Pequenina felicidade

O mundo se vê de uma maneira tão mais complexa do que ele realmente é. O mundo não, o homem, que é o mundo para mim.
Se víssemos as coisas de uma maneira mais simples, saberíamos melhor como lidar com elas.
Por exemplo, o amor. Quando os nossos sentimentos começam a ser calculados, decididos, planejados, paramos de nos perguntar o que realmente está acontecendo: estamos felizes ou infelizes?
Por algum motivo extraordinário, as pessoas esquecem de algo tão importante quanto a felicidade. Não há nenhuma outra busca que possa tomar o lugar dela. Nem o conhecimento e nem a ciência.
Afinal, os cientistas já se perguntaram o que eles são?
Eles são alguns indivíduos, de uma única espécie, de um único planeta, de um único universo, de um único tempo! Isso não é nada!
Por maiores que as nossas descobertas sejam, só são grandes porque são nossas.
E não deveria ser diferente disso, é claro. Se não nos afeta e nem nos afetará no futuro, qual seria a nossa preocupação? Não somos responsáveis pelo mundo, tampouco temos o controle dele.

É com muita felicidade que digo: Ainda não houve ninguém que pudesse me explicar um motivo maior na vida do que o de viver. (Graças a Deus).

4 comentários:

Anônimo disse...

Deus**
Bom texto.

Miguel disse...

Corrigido.
Obrigado

Anônimo disse...

Miguel, seus textos sempre muito profundos, expressivos e transparecendo sua fidelidade ao que sente, na escrita, virtude de poucos. você, imagino eu, que sem perceber se joga de cabeça, se entrega, ao texto e consequentemente a nos leitores. suas experiências amorosas parecem ter sido positivas, causando reflexão. temos muita dificuldade de enxergarmos o obvio, dado que a maioria a tem facilmente, felicidade. parabéns mais uma vez pelo texto e quem sabe um dia você lera um meu?

Miguel disse...

Brigado, me manda seu link. Seja lá quem você for